banco de apostas copa do mundo-MPF cobra na Justiça retomada de portarias sobre armas revogadas por ordem de Bolsonaro

banco de apostas copa do mundo

Como revelou o 'Estadão', procuradores investigam se houve interferência indevida do presidente na Força ao determinar as suspensão das normas
18 mai 2020 - 11h39
(atualizado às 12h09)

banco de apostas copa do mundo de :Temos os melhores relatórios de previsão, você está convidado a participar

BRASÍLIA - O Ministério Público Federal acionou a Justiça para que o Exército retome portarias que tratam sobre controle de armas e munições revogadas no mês passado por ordem do presidente Jair Bolsonaro. Como revelou o Estadão, procuradores investigam se houve interferência indevida do presidente na Força ao determinar a suspensão das normas.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, concede entrevista a jornalista na portaria principal do Palácio da Alvorada,banco de apostas copa do mundoBrasília
O presidente da República, Jair Bolsonaro, concede entrevista a jornalista na portaria principal do Palácio da Alvorada,banco de apostas copa do mundoBrasília
Foto: Dida Sampaio / Estadão Conteúdo

Na ação, enviada à 22ª Vara de Justiça Federal do Distrito Federal, os procuradores pedem,banco de apostas copa do mundocaráter de liminar, a declaração de ilegalidade sobre tais revogações. As três portarias, publicadas entre março e abril, estabeleciam regras mais rígidas de controle, rastreabilidade e identificação de armas e munições importadas e fabricadas pela indústria nacional, sob a finalidade de atividades esportivas, de colecionador e também para abastecer os quartéis.

Publicidade

"Infelizmente, com a realidade criminosa do nosso País, vivenciamos inúmeros casos de furtos e desvios de armamentos e munições. E essas armas acabam sendo disponibilizadas para facções e organizações criminosas que se utilizam do armamento sem que as autoridades públicas possam localizar esse material, tendobanco de apostas copa do mundovista a inadequação dos métodos de rastreabilidade e controle", destaca a ação.

Ao solicitar a investigação, a procuradora regional da República Raquel Branquinho apontou a possibilidade de Bolsonaro ter agido para beneficiar uma parcela de eleitores e que não há espaço na Constituição "para ideias e atitudes voluntaristas" do presidente, ainda que pautadas por "bons propósitos".

A ação civil que pede a retomada das portarias, no entanto, não tem como finalidade apontar eventual interferência no Exército por parte do Bolsonaro. "O objetivo da peça foi apenas apontar as irregularidades nas revogações e os graves prejuízos gerados por essas medidas", afirma o Ministério Público Federal.

"A Procuradoria da República no Distrito Federal não possui atribuição para investigar e processar atos do presidente da República - nem por conduta criminal, nem por ação ímproba. Nesses casos, cabe ao Senado Federal apurar crimes de responsabilidade e ao Supremo Tribunal Federal, crimes comuns", diz o órgão.

Publicidade

Fontes de referência

  1. slot 818
  2. hulk bet 2024
  3. zebet belgique

Curtiu? Fique por dentro das principais notícias através do nosso ZAP
Inscreva-se