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BRASÍLIA - Após publicar uma "retificação" no Diário Oficial da União para alterar a data de exoneração de Abraham Weintraub do Ministério da Educação, o governo admitiu,free 4 all bet 365nota, que o pedido de demissão do então ministro só ocorreu após ele deixar o País, no último sábado, 20. Segundo a Secretaria-Geral da Presidência, foi o próprio Weintraub quem solicitou que o prazo da demissão fosse contado de forma retroativa. Na correção publicada hoje, a data da saída do cargo consta como sexta-feira, 19.
A suspeita é que Weintraub tenha usado afree 4 all bet 365condição de ministro para desembarcarfree 4 all bet 365Miami no sábado passado e, assim, driblar as restrições de viagens para brasileirosfree 4 all bet 365razão da pandemia de covid-19. O ministro é investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e chegou a admitirfree 4 all bet 365entrevista que temia ser preso. Horas depois de ele chegarfree 4 all bet 365solo americano, o governo brasileiro publicou edição extraordinária do Diário Oficial comfree 4 all bet 365exoneração, com a data de 20 de junho.
PublicidadeA publicação da errata, alterando a data para 19 de junho, ocorreu após questionamentos sobre possível colaboração de órgãos oficiais à saída de Weintraub do País. Ontem, o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União ingressou com uma representação para que a Corte apure se houve participação irregular do Itamaraty na viagem do ex-ministro.
A Secretaria-Geral admite,free 4 all bet 365nota, que a carta com o pedido de demissão só foi entregue por Weintraub no dia 20 de junho, após já ter deixado o País.
"A cartafree 4 all bet 365que o então ministro da Educação solicitou ao presidente da República a exoneração do cargo de ministro de Estado foi entregue ao Secretário-Geral no dia 20 de junho, sábado, que determinou a publicaçãofree 4 all bet 365Diário Oficial da União extra", diz a nota da Secretaria-Geral.
"A entrada oficial do documento na Secretaria-Geral da Presidência da República ocorreu no dia 22 de junho, segunda-feira. Entretanto, na carta, o então ministro da Educação solicitou exoneração do cargo a contar de 19 de junho de 2020, motivo pelo qual o ato foi retificado", segue o texto.
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