judi66 freebet-Queiroga pede para população evitar aglomerações no feriado

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Fala do ministro destoa das manifestações do presidente Jair Bolsonaro, que nega benefícios do distanciamento social e promoveu diversas aglomerações durante a crise sanitária
31 mar 2021 - 14h34
(atualizado às 14h41)

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, pediu nesta quarta-feira, 31, que a população evite aglomerações durante o feriado da Semana Santa. "Não há o que se comemorar; nossa sociedade está tão fragilizada", disse o cardiologistajudi66 freebetaudiência na Câmara dos Deputados.

Queiroga também defendeu o uso de máscaras. Ele afirmou que o Ministério da Saúde deve orientar Estados e municípios para alinhar as ações contra a covid-19 e evitar a adoção de "medidas extremas", como um lockdown. "Até porque a população não adere", disse o médico.

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A fala do ministro destoa das manifestações do presidente Jair Bolsonaro. O presidente nega benefícios do distanciamento social e promoveu diversas aglomerações durante a crise sanitária, muitas vezes sem usar máscaras.

O médico Marcelo Queiroga, escolhido para substituir Eduardo Pazuello no Ministério da Saúde.
O médico Marcelo Queiroga, escolhido para substituir Eduardo Pazuello no Ministério da Saúde.
Foto: Divulgação/SBC / Estadão

"Não é ficandojudi66 freebetcasa que nós vamos solucionar esse problema", disse o presidente mais cedo,judi66 freebetdeclaração à imprensa. "Essa política ainda está sendo adotada, mas o espírito dela era buscar achatar a curva de contaminação enquanto os hospitais se preparavam, com leitos de UTI e respiradores, para que pessoas não perdessem a vida por falta de atendimento", completou o presidente.

Já Queiroga disse aos deputados que as medidas sanitárias, como o distanciamento social, servem para "baixar a curva" de contaminações. Em boletim extraordinário do Observatório covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgado no último dia 23, pesquisadores falamjudi66 freebet"crise humanitária"e pedem adoção imediata de lockdown por pelo menos 14 dias. Segundo a instituição, essa seria a forma de reduzir o ritmo de transmissão da doença e aliviar a pressão nos hospitais.

Segundo Queiroga, o ministério irá editar regras sobre o funcionamento do transporte público na pandemia.

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Queiroga disse que o ministério tem se esforçado para antecipar a chegada das vacinas contra a covid-19 ao País. Ele disse que não pode abrir negociaçõesjudi66 freebetandamento, "sob pena de perder essas oportunidades", mas citou conversas com a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) e o governo dos Estados Unidos.

O ministro voltou a afirmar que há previsão de cerca de 560 milhões de doses entregues até o fim do ano, mas reconheceu que diversos modelos ainda não estão disponíveis. Ele disse que a pasta ainda irá avaliar se mantém no seu cronograma a Covaxin após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) negar a certificação à fabricante indiana Bharat Biotech.

Queiroga afirmou que "pessoalmente" considera que o SUS deve ser o condutor da política de vacinação, mas afirmou que tem de "acolher" a possibilidade de flexibilizar regras para compras ao setor privado. Há forte lobby para que seja derrubada a exigência de que 100% das doses compradas por empresas sejam doadas ao SUS enquanto são imunizados os grupos prioritários. "Se essa medida trouxer mais vacinas e nos ajudar a levar vacinas aos brasileiros, será bem-vinda", disse.

Queiroga afirmou que uma nova lei sobre a vacina no setor privado deve ser aprovada. Ele mostrou desconfiança sobre a entrega das doses ao setor privado. "Quero ver para crer", afirmou.

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