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criar casa de aposta-No centro de Guarulhos, começa pré-vestibular para periferia

criar casa de aposta

Um dos cursinhos populares mais conhecidos da cidade, A Sol, já colocou 350 estudantes da periferiacriar casa de apostauniversidades
15 abr 2024 - 08h14
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Resumo
O cursinho A Sol acolhe jovens das periferias com a finalidade de promover a inclusão na educação. Por meio de doações e voluntários, os estudantes têm professores capacitados, muitos deles ex-alunos do pré-vestibular. Os resultados são comprovados pela quantidade de aprovadoscriar casa de apostauniversidades publicas e privadas. Mais de 350 estudantes do cursinho viraram universitários.
Turma de 2024 começa jornada até o próximo vestibular no cursinho A Sol, que funcionacriar casa de apostaGuarulhos há 18 anos
Turma de 2024 começa jornada até o próximo vestibular no cursinho A Sol, que funcionacriar casa de apostaGuarulhos há 18 anos
Foto: Igor Araruna

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Começa o ano letivo do cursinho A Sol,criar casa de apostaGuarulhos, com 40 estudantes das periferias. Há 18 anos, o centro comunitário, cujo pré-vestibular é a atividade mais conhecida, luta por inclusão na educação. Não à toa, a sigla do nome significa Arrastão da Solidariedade, por onde passaram mais de mil alunos, com 350 aprovadoscriar casa de apostauniversidades.

Promovendo aulas públicas aos finais de semana e cursinho pré-vestibular aos sábados, as atividades funcionam na rua Paes de Barros, próxima ao centro de Guarulhos,criar casa de apostaum prédio cedido pelo grêmio Vilas Unidas, uma associação esportiva.

O público do cursinho é de jovens das periferias de Guarulhos. Um dos requisitos para ingressar é a situação socioeconômica. Sem sistema de apostila, livro didático ou xerox, somente com lousa, datashow, envio de PDF e caderno, A Sol vem alcançando resultados.

São 30 voluntários, 15 professores e cinco coordenadores. Para estudar, quem puder, paga R$ 50,00 de mensalidade. Quem não puder e for selecionado, estuda de graça. O cursinho vive de doações e não tem ligação direta com nenhum partido ou político. O coordenador Walter Bollito conta que chegaram a tirar dinheiro do próprio bolso para custear despesas.

Cursinho pré-vestibular A Sol funcionacriar casa de apostaum prédio cedido pelo grêmio Vilas Unidas, no centro de Guarulhos
Cursinho pré-vestibular A Sol funcionacriar casa de apostaum prédio cedido pelo grêmio Vilas Unidas, no centro de Guarulhos
Foto: Igor Araruna

A expectativa de quem começa

Maria Clara Kirchhof, de 18 anos, estácriar casa de apostaum cursinho pela primeira vez. Prestou vestibular para Psicologia no ano passado, mas não passou. Está determinada. “Quero seguir na área de saúde pública, para cuidar da galera que não tem dinheiro para pagar”, diz a aluna que conheceu o cursinho A Sol através de amigos.

Ana Maria Leal, 17 anos, vai prestar vestibular pela primeira vez. Quer Medicina. Conheceu o cursinho através de um professor. Em casa, seu pai é referência. “Ele é meu maior exemplo, fez Enfermagem e tem três pós-graduações. É muito esforçado e corre atrás dos sonhos dele”.

A mãe, que a acompanha, está feliz pela filha. “Sempre foi muito estudiosa. Estou do lado dela para o que precisar”, garante Cícera Leal, 42 anos. Para inspirá-la, o cursinho tem um exemplo emblemático, a aluna com quase 60 anos que conseguiu aprovaçãocriar casa de apostaMedicina. “É uma vitória nossa também”, diz o coordenador Walter Bollito.

Alunas e alunos preenchem ficha de inscrição para a turma de 2024 no pré-vestibular A Sol,criar casa de apostaGuarulhos (SP)
Alunas e alunos preenchem ficha de inscrição para a turma de 2024 no pré-vestibular A Sol,criar casa de apostaGuarulhos (SP)
Foto: Igor Araruna

Entrando com a família na universidade

No ano passado, alunas e alunos entraramcriar casa de apostacursos concorridos, como Medicina, e universidades privadas e públicas, a exemplo da Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Estadual Paulista (Unesp).

A grande maioria de quem passou no último vestibular, ecriar casa de apostaanteriores, é constituída por jovens que são as primeiras e os primeiros da família a ingressar na universidade. Angelo Gavassi, 18 anos, entroucriar casa de apostaAnálise e Desenvolvimento de Sistemas, na Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (Fatec).

“Sou eterno aluno daqui. E quero voltar como voluntario”, promete. Matheus Silva, 19 anos, começou a cursar Lazer e Turismo, na USP. Ele fez cursinho por dois anos na A Sol, para onde foi levado pela mãe de um amigo.

Aprovados no último vestibular do cursinho A Sol,criar casa de apostaGuarulhos: Angelo Gavassi, Geovana Romão e Hel Andrade
Aprovados no último vestibular do cursinho A Sol,criar casa de apostaGuarulhos: Angelo Gavassi, Geovana Romão e Hel Andrade
Foto: Igor Araruna

Alunos retornam como professores

Muitos professores e voluntários são ex-alunos que voltam para atuar como forma de gratidão. Fábio da Silva, 31 anos, dá aula de Física. Foi aluno do cursinhocriar casa de aposta2011. Sem acesso à internetcriar casa de apostacasa, passava o dia no A Sol para ver aulas gravadas. Deu certo, passou na USP. “Sou muito feliz com a minha escolha”, diz o agora também professor do cursinho A Sol, para quem a iniciativa popular é um espaço de construção coletiva.

O Visão do Corre conversou com a dupla de Lucas, um voluntário e um professor. Lucas Merino foi alunocriar casa de aposta2015, passoucriar casa de apostaHistória na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e, neste ano, voltou para lecionar.

O coordenador Walter Bollito dá início às aulas da turma de 2024 no pré-vestibular A Sol,criar casa de apostaGuarulhos
O coordenador Walter Bollito dá início às aulas da turma de 2024 no pré-vestibular A Sol,criar casa de apostaGuarulhos
Foto: Igor Araruna

Lucas Guerra, alunocriar casa de aposta2013, integra a coordenação e a zeladoria. Passou na Fatec para Tecnólogocriar casa de apostaConstrução Civil, e na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR),criar casa de apostaEngenharia Civil.

O professor Everaldo Batista da Silva, de Português, depois de aposentado procurou cursinhos populares para dar aula. Segundo ele, é uma maneira de retribuir à sociedade o que fizeram para ele ecriar casa de apostafamília.

Graças a cursinhos populares, seus filhos conseguiriam ingressar na universidade. “Faço isso pela gratidão mesmo”, resume.

Fonte: Visão do Corre
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Fontes de referência

  1. excel apostas desportivas
  2. robert flink poker
  3. como fazer multipla pixbet

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